Falando-nos sobre a conquista de Jerusalém, por Nabucodonosor, e a destruição do Templo, o Pe. João Clá Dias faz um paralelo entre as maravilhas da Cidade Santa e a alma em estado de graça.

Leitura: 2Rs 25, 1-12
"No ano nono de seu reinado, no décimo dia do décimo mês, Nabucodonosor veio com todo o seu exército contra Jerusalém; levantou seu acampamento diante da cidade e fez aterros em redor dela.
O cerco da cidade durou até o décimo primeiro ano do reinado de Sedecias.
No nono dia do (quarto) mês, como a cidade se visse apertada pela fome e a população não tivesse mais o que comer, fizeram uma brecha na muralha da cidade, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta que está entre os dois muros, junto do jardim do rei.
Entretanto, os caldeus cercavam a cidade. Os fugitivos tomaram o caminho da planície do Jordão, mas o exército dos caldeus perseguiu o rei e alcançou-o nas planícies de Jericó. Então as tropas de Sedecias o abandonaram e se dispersaram.
O rei foi preso e conduzido a Rebla, diante do rei de Babilônia, o qual pronunciou sentença contra ele.
Degolou na presença de Sedecias os seus filhos, furou-lhe os olhos e o levou para Babilônia ligado com duas cadeias de bronze.
No sétimo dia do quinto mês, no décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei de Babilônia, Nabuzardã, chefe da guarda e servo do rei de Babilônia, entrou em Jerusalém.
Incendiou o templo do Senhor, o palácio real e todas as casas da cidade.
E as tropas que acompanhavam o chefe da guarda demoliram o muro que cercava Jerusalém.
Nabuzardã, chefe da guarda, deportou para Babilônia o que restava da população da cidade, os que já se tinham rendido ao rei de Babilônia e todo o povo que restava.
O chefe da guarda só deixou ali alguns pobres como viticultores e agricultores."
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